Quem quiser pode ler sobre o caso aqui ou em alguns blogs nacionais como este.
Interessante! No site do presídio consta que a instituição prima por ser um ambiente construtivo, que estimule um amadurecimento "positivo" e que permita que aqueles que cumpram sua pena sejam reintegrados a sociedade, aumentando suas chances de sucesso.
Hmmmm...
Ou seja, segundo a administração do presídio, o RPG não encaixa nos propósitos da instituição, podendo ser prejudicial na recuperação de seus internos.
Bem, na própria decisão judicial consta que a punição de privar seus detentos de praticarem qualquer passatempo é uma prerrogativa do sistema penitenciário.
Antes que qualquer um diga que estou defendendo um assassino, eu só estou questionando os aspectos da questão. Pois, na mesma prisão que proibe o RPG eles promovem atividades de música (o presídio fornece alguns instrumentos), cerâmica, bijouteria, pintura, desenho, basquete, vôlei, handball, tênis de mesa e levantamento de peso, além de... jogos de tabuleiro. Sim, o presídio tem um estoque de jogos de tabuleiro para uso dos internos. E isso consta no relatório anual da entidade... mas RPG não pode!

Não é interessante que o presídio E o sistema judicial considerem a prática do RPG prejudicial a recuperação de criminosos mas permita toda uma enorme gama de outras atividades recreativas?
Dá pra acreditar nisso? Nem em sua terra natal o povo entende o RPG...




